Território já teve cerca de 300 mil mudas distribuídas e implantadas com o Florestando o Semiárido

O Patac através do Florestando o Semiárido tem realizado diversas oficinas sobre conservação e preservação da Caatinga e do solo, fortalecendo ações nos arredores de casa na produção de alimentos sem veneno, campos diversificados de palma e outras espécies forrageiras, Sistemas Agroflorestais Familiares (SAF’s) e Campos de Multiplicação de Sementes Crioulas.

Mesmo em período de pandemia houve um grande esforço para que as atividades não deixassem de acontecer, para aproveitar o tempo chuvoso. As oficinas práticas e as atividades de formação foram possíveis através de trajetos em algumas áreas degradadas, onde foram feitos diálogos sobre: reflorestamento e sobre os processos de desertificação, culminando com o plantio de mudas nativas e forrageiras em áreas familiares. Cerca de 300 mil mudas, entre cactáceas, florestais e frutíferas já foram distribuídas pelo projeto e implantadas nas comunidades.


Todo esse processo, é importante dizer que já existia dentro do território, porém o projeto fortaleceu o trabalho das famílias agricultoras e expandiu conhecimento em torno das práticas sustentáveis de Convivência com o Semiárido.


Dentre as espécies que já foram implantadas nessas áreas temos as nativas: aroeira, mulungu e embiratanha; forrageiras: gliricídia, leucena e moringa; frutíferas: cajueiro, pinha, goiaba, graviola e abacate.

As parcerias para o acesso as mudas foram estabelecidas com o Instituto Nacional do Semiárido (INSA) e com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus Patos-PB, além da compra direta as famílias agricultoras da região que cultivam espécies em viveiros.


O projeto Florestando o Semiárido: Agricultura Familiar Guardiã da Caatinga conta ainda com a parceria do Coletivo Regional das Organizações da Agricultura Familiar e tem o patrocínio da Petrobras.




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